Depoimentos

Dulce

Farmacêutica

"Desde o primeiro atendimento notei que jamais serei a mesma. Ainda bem! Parece que um véu foi retirado de meus olhos e passei a ver as coisas que não enxergava antes. Rapidamente tomei decisões pendentes e pude ver o que queria, o que servia e o que não servia para mim. Porém, junto com tudo isso veio à tona um desequilíbrio temporário. (...) Faz parte do processo de transmutação e purificação?"

Marina

Fisioterapeuta

"Reconheço que os intercambios na vida podem ser silenciosos. Os humanos tem uma maravilhosa capacidade que raramente utilizamos: a de emitir pensamentos luminosos e de amor pelos outros. Podemos visualizar a outros seres e envolve-los em amor e luz. Nossos pensamentos podem ser como flechas benévolas que partem a todos os lugares, para alcançar a todos os seres sencientes."

João José

Estudante

"Receber Frequências de Brilho é fazer uma plástica na alma... Pude sentir o quanto a Frequência é maravilhosa, e sentir a energia da luz, e sinto que é algo maravilhoso... sinto no meu corpo e sei que pode ser curado e transformado."

Pedro

Estudante

"Tenho a sensação de que o tempo pára. O ar fica mais leve, a luz fica mais brilhante, as dúvidas desaparecem. Sinto que Deus está na ponta dos teus dedos." 

Lúcia Helena

Funcionária

"Todos esses comportamentos são novos para mim e acordei me sentindo mais forte, com mais confiança na minha capacidade de cuidar de mim e de me permitir prazer. O que tenho sentido nos últimos dias é uma maior clareza a respeito dos meus sentimentos."

Solange

Artista Plástica

"Cada ponto do corpo que o dedo toca é um universo que se descortina. São mundos que se abrem. Mundos para dentro de si mesmo. E caminhar na direção de si mesmo é caminhar na direção de Deus."

Estanislau

Advogado

"Uma imagem que me ocorre é a do rio, cujo dom, destino e sentido é o oceano. O caminho é correr, avolumar-se, adaptar-se, relfetir a luz do sol, da lua e das estrelas, juntar água e seiva, abrigar e transportar vida, nutrir - e cair, cair sempre! Cair sem medo, com suavidade ou com estrépito, cair da nascente à foz, que a fusão com o Sagrado é embaixo, o oceano não está no alto, está no ínfero, é lá que as águas confraternizam e celebram e retomam a conexão original, essencial, sagrada, restauradora. É lá que o pequeno riacho se percebe parte do Todo, do Imenso, do Infinito azul e verde, da Glória em que acreditou durante toda a jornada, caindo sempre, caindo, descendo, curvando-se, precipitando-se, confiando.... entregando-se! Talvez devamos encontrar coragem para pular, pular para baixo, saltar com o rio, deixar-se escorrer em gravidade, confiante nos afluentes dos inúmeros aprendizados, dos verdadeiros mestres que nos apontam a praia com uma mão resplandecente e um olhar estimulante, celebrando a vida que se agrega e segue imersa em nós, dando-se conta da nutrição que vamos espargindo ao longo das margens que nos contém e que nos orientam e que, sabiamente, quando em vez, se esgaçam um pouco para enriquecer o caminho, adicionar variantes, acrescer luz e espaço... Sim, é preciso cair para aprender, é preciso esvaziar-se, é preciso entregar-se, curvar-se para receber e para ser-na-divindade, para se fundir no Todo, para se encontrar no Original."